domingo, 31 de outubro de 2021

Carne, Sangue & Sexo para Drácula & Frankenstein!

 



 Frankenstein & Drácula, dois dos maiores personagens da literatura fantástica, ícones do terror, foram adaptados - e reinventados, reescritos,  parodiados, estudados, imitados - para o teatro, cinema, histórias em quadrinhos, TV, games, cartoons, piadas, videos pornôs, brinquedos, etc. & etc...

 Consagrados no cinema pelo ciclo da produtora americana Universal Pictures nos anos 30/40, e da britânica Hammer Films nos 60/70, os mitos do terror tiveram duas reinvenções "doentias", safadas, sangrentas & imbatíveis ...

Tudo começou quando o produtor italiano Carlo Ponti (1912-2007) ouviu uma ideia do diretor polonês/francês Roman Polanski, sobre uma adaptação de "Frankenstein" em 3D, e a sugestão de ser dirigida por...Paul Morrissey...

Paul Morrissey (1938, americano de origem irlandesa), um diretor independente, assumidamente conservador/católico/direitista, mas associado ao artista plástico/diretor/produtor/guru-underground Andy Warhol (1928-1987), e seu estúdio de artes e loucuras "The Factory".

Apesar de suas posições conservadoras e anti-drogas, Morrissey dirigiu filmes de vanguarda, experimentais com/e sobre drogados, prostitutas, transexuais, como, "Trash", de 1970...


    A atriz Jane Forth, Paul Morrissey, Joe Dallesandro (foto atrás) e Andy Warhol na divulgação de "Trash", parte da trilogia que inclui "Flesh"(1968) & "Heat" (1972).


Ele desembarcou na Itália com seu astro-underground/fetiche Joe Dallessandro, e muitas ideias. A primeira foi logo aceita por Carlo Ponti: aproveitar o orçamento e elenco, e rodar dois filmes...um sobre Frankenstein, outro com Drácula.

"Flesh for Frankenstein"/ Il Mostro è il Tavola...Barone Frankenstein" (Frankenstein de Andy Warhol, 1973) 





O Barão Frankenstein (Udo Kier, o agora super-astro-cult nascido na Alemanha em 1944) é obcecado em criar uma raça perfeita de sérvios, que obedeçam a seus comandos e possam se reproduzir. Com a ajuda de seu assistente Otto (Arno Jürging ) ele constrói uma linda fêmea (Dalila Di Lazzaro) com partes de cadáveres...




Agora, ele precisa criar um macho igualmente perfeito, e que seja um super amante! Um erro-de-cálculo faz com que ele acabe utilizando a cabeça (e lógico, o cérebro) do tímido e assexuado Sacha (Srdjan Zelenovic)...





 Enquanto isso, sua negligenciada e ninfomaníaca esposa (e irmã) Baronesa Katrin Frankenstein (Monique Van Vooren) contrata o jovem fazendeiro Nicholas (Joe Dallesandro) para trabalhar no castelo, e satisfazer seus desejos.



Acontece que Nicholas era amigo de Sacha, e sobrevivera ao ataque que o matou. Frankenstein conseguirá realizar seu grande plano? Ele reúne seus dois zumbis para acasalar...



E a Baronesa também se interessa pela criatura...



 Enquanto isso, Nicholas tenta libertar seu amigo morto-vivo. E ainda temos o estranho casal de filhos pequenos do Barão, Marika e Erik...




https://www.youtube.com/watch?v=yXJInEu-_1s

"Dracula Cerca Sangue di Vergini e...Mori di Sete!!!"/ "Sangue per Dracula" (Drácula de Andy Warhol, 1974)



No início dos anos 1930, o vampiro Conde Drácula (Udo Kier) está doente e morrendo por falta de sangue de virgens. Com ajuda de seu servo Anton (Arno Jüerging) ele se muda da Romênia para a Itália, na esperança de que no país católico existam mais jovens puras.




 Ele é acolhido pelo falido Marquês Di Fiore ( o diretor Vittorio De Sica), que quer casar uma das suas quatro filhas com o rico aristocrata romeno.




O grande problema é Mario (Joe Dallesandro), o empregado faz-tudo da família, que tem ideais socialistas, mas, também é amante de duas das garotas. 






E o sangue de não-virgens é venenoso para Drácula...que ainda tem que enfrentar o corajoso garanhão!



https://www.youtube.com/watch?v=v4BPgHs4jvM







Os dois filmes foram rodados em sequência ; Drácula começou a ser rodado uma semana depois de encerradas as filmagens de Frankenstein, e Udo Kier teve que fazer um regime forçado para perder 9 kg para viver o Conde debilitado.



 E assim grande parte da equipe técnica é a mesma, e o elenco masculino principal, desempenham personagens semelhantes. Kier faz os vilões, Jüerging os assistentes servis e perturbados, e Dallesandro, os heróis camponeses e sedutores, que enfrentam as ameaças- e mesmo assim, também "imorais", o herói-marxista Mario por exemplo, para proteger a caçula da família, Perla (Silvia Dionisio), das mordidas de Drácula, simplesmente a estupra...




Ambos foram escritos e dirigidos por Paul Morrissey, com o veterano diretor italiano Antonio Margheriti (1930-2002) fazendo a segunda unidade e coordenando a equipe de seu país. Margheriti aparece creditado como codiretor por razões burocráticas/financeiras: Os filmes são coproduções Itália e França, mas com um diretor norte americano; para obter benefícios destinados a filmes italianos, o produtor Carlo Ponti creditou Margheriti (e depois acabou sendo processado pela sua "malandragem"). A real participação de Margheriti na direção gerou muitas polêmicas em publicações especializadas, e até hoje ainda aparece em sites e blogs de cinema, mas o elenco e o próprio, confirmam a direção de Morrissey. Outro ponto controverso foi a utilização do nome de Andy Warhol nos títulos em alguns países (inclusive no Brasil). Warhol autorizou o truque publicitário, mas não teve nenhuma participação nas produções.



 

O técnico em efeitos especiais italiano Carlo Rambaldi (1925-2012, mais tarde famoso por ter criado o "E.T." de Spielberg, e spfx em outros filmes de Hollywood) providenciou todo o sangue, vísceras e desmembramentos pedidos nos roteiros...




 Principalmente em Frankenstein, que além de tudo foi rodado no sistema Space-Vision de 3D, mostrando órgão internos empurrados em direção à câmera, e aos olhos do espectador...




A trilha sonora de ambos, foram compostas pelo pianista Claudio Gizzi, que já havia feito a música para "What?"/ "Que?" (1972) de Roman Polanski; que aparece em uma ponta em "Sangue para Drácula"...




Tudo em "Carne para Frankenstein" & "Sangue para Drácula" é excessivo (incluindo as interpretações histriônicas dos personagens), elevando o sexo e o gore acrescentados nas séries da Hammer, a níveis quase pornográficos. Além disso, essas reinvenções das histórias criadas por Mary Shelley e Bram Stocker adicionam incesto, estupro, necrofilia, luta de classes, comunismo, personagens muito perturbados, enormes litros de sangue, e qualquer desculpa para Joe Dallesandro fazer cenas de sexo com qualquer uma das atrizes em ambos os filmes. 



A visão pessoal de Morrissey dos mitos de Frankenstein e Drácula levam o carimbo CULT com letras maiúsculas, e são polêmicas até hoje. Você pode ver e até não gostar, mas com certeza não vai ficar indiferente...

 




quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Barbara Crampton: A Incansável Dama do Terror!



Nos anos 1980 tivemos o grande 'boom' das chamadas 'Scream Queens'; as sensuais 'final girls', ou às vezes, perigosas 'femêas fatais', que dominaram os filmes de terror e sci-fi. Celebradas por publicações impressas especializadas como "Draculina', 'Femme Fatales' ou 'Scream Queens Illustrated'- Linnea Quigley, Heather Langenkamp, Debbie Rochon, Brinke Stevens, Julie Strain (R.I.P.), Michelle Bauer ( e outras) além de seus papeis em filmes e vídeos, também viraram 'pin ups' de sucesso.



Uma das mais belas, reconhecidas e talentosas é Barbara Crampton, sempre lembrada por sua participação no clássico "Re-Animator", e que continua na ativa e em grande estilo. Mas, vamos por partes...


Barbara Crampton nasceu em dezembro de 1958 em Long Island, NY, foi criada em Vermont e viajou por todo o país junto com seu pai que gerenciava um parque de diversões.
Começou a atuar quando menina em peças na escola e passou estudar teatro durante a high school. Crampton atuou  em New York com o  grupo American Theater of Actors, e lecionou Artes Teatrais entre 1976 e 1981. Mudando-se para Los Angeles e começou sua carreira nas telas com pequenos papeis em novelas de TV.

Barbara estreou no cinema no ótimo suspense "Body Double" (Dublê de Corpo, 1984) de Brian De Palma. Fazendo Carol, a namorada sensual e infiel de Jake (Craig Wasson), chamou a atenção por suas formas, e seu carisma.





Depois de participar da comédia teen "A Primeira Transa de um Nerd" (Fraternity Vacation,1985), ela foi escalada para o papel que moldaria sua carreira: a estudante Megan em "Re-Animator" (Re-Animator- A Hora dos Mortos-Vivos, 1985) de Stuart Gordon 


Na mistura de terror gore com comédia (baseado em H.P.Lovecraft), ela vive Megan, a filha do reitor da faculdade de medicina, e namorada do estudante Dan (Bruce Abbott).




Ela acaba envolvida nas experiência loucas de Herbert West (Jeffrey Combs), e cai nas garras (ou melhor, na cabeça decepada) do terrível  e libidinoso Dr. Hill (David Gale)...




 Protagonizando uma das mais radicais (e demenciais) cenas de sexo oral do cinema.


Barbara Crampton voltou a trabalhar com a mesma equipe em "From Beyond" (Do Além,1986) de Stuart Gordon. 



A doutora Katherine (Barbara) ajuda seu paciente Crawford (Jeffrey Combs) e se livrar da acusação de assassinato do cientista Dr. Pretorius (Ted Sorel), de quem ele era assistente...

 Eles reconstroem o 'Ressonador' a máquina que estimula a glândula Pineal e abrem uma porta para uma dimensão  paralela, trazendo criaturas monstruosas, entre elas o Dr. Pretorius, agora um mutante deformado...



 Gordon e a equipe da Empire Pictures, de Charles Band, repetem a fórmula de horror gore e sexo, baseada (levemente) em outra história de Lovecraft. A personagem de Barbara Crampton agora era menos frágil, mas igualmente sexy, e se vê em meio a fantasias S&M estimuladas pela máquina, e é novamente agarrada por um cientista/monstro/taradão...partes dessas cenas foram cortadas na época para o filme ser aprovado com uma classificação 'R' da censura americana...





Em "Chopping Mall"/"Killbots" (1986) de Jim Wynorski, ela faz o papel mais tradicional de Scream Queen, ao ser uma das vítimas trancadas em um shopping e ameaçadas por um trio de robots-segurança fora de controle. Um pequeno e cult terror-trash com participações especiais de Mary Woronov, Paul Bartel, Mel Welles e Dick Miller.





Então, no auge de sua fama como 'Scream Queen', Barbara apareceu na revista 'Playboy' (dezembro de 1986), em um ensaio misturando terror, humor & sensualidade...





Crampton estaria junto com seus velhos companheiros de "Re-Animator", Jeffrey Combs e David Gale no filme em episódios "Pulse Pounders" (1988) de Charles Band, novamente baseado em contos de H.P.Lovecraft. 




No entanto a produtora estava a falência e o filme apesar de concluído nunca estreou. A pouco tempo, Band recuperou uma cópia e exibiu o episódio "The Evil Clergyman" (com Crampton,Combs,Gale e David Warner) em um festival em Chicago e o lançou em DVD.



Barbara passou a se dedicar a série de TV "The Young and the Restless" (1986-2007) e outros trabalhos na telinha, mas não foi esquecida de seu status de Scream Queen.
Já com sua nova produtora (Full Moon), Charles Band continuou escalando a bela e talentosa loira. Primeiro foi uma ponta no clássico "Puppetmaster" (Bonecos da Morte, 1989) de David Schmoeller, e depois outra em "Trancers II: The Return of Jack Deth" (Tira do Futuro, 1991) do próprio Band e com participação de Jeffrey Combs.





Em "Robot Wars" (1993) de Albert Band (veterano diretor de terror, pai de Charles Band), Crampton fez Leda Fanning, uma arqueóloga, um dos papéis principais na divertida aventura futurista envolvendo uma batalha de robôs-gigantes.

















Sua parceria com Jeffrey Combs  estaria de volta em "Castle Freak" (Herança Maldita, 1995) de Stuart Gordon.




 Eles vivem um casal, que junto com sua filha cega, mudam-se para um antigo castelo na Itália, sem saberem que no subterrâneo do lugar vive uma criatura deformada, atormentada e perigosa. 



Um bom filme de terror ao estilo clássico e com uma estrutura de produção de "família" ( produzido por Charles e Albert Band, com música de Richard Band e participações da esposa e filhas de Stuart Gordon).



O último trabalho de Barbara com seu diretor favorito foi "Space Truckers" (Piratas do Espaço, 1996) de Stuart Gordon, uma aventura bem humorada de ficção científica, onde ela fez uma ponta.


  














Continuando a atuar mais na TV (entre 1995 e 1998 ela teve um personagem fixo na série "The Bold and the Beautiful"), Barbara ainda encontrou tempo para aparecer em filmes (basicamente produções baratas para o vídeo) de gênero, como "Cold Harvest" (No Limite da Vingança, 1999) de Isaac Florentine, um western-futurista com Gary Daniels (foto abaixo); "Poison"/"Thy Neighbor's Wife" (2001), suspense-erótico de Jim Wynorski;


 "The Sisterhood" (2004) de David De Coteau, um trash sobre um vampiro entre belas estudantes; "You're Next" ( Você é o Próximo, 2011) de Adam Wingard, um slasher/home invasion cult (foto abaixo); fez uma das inúmeras participações especiais em "The Lords of Salem" ( As Senhoras de Salem, 2012) de Rob Zombie; e também esteve em "The Last Survivors" (Os Últimos Sobreviventes, 2014) de Tom Hammock, um drama de sci-fi ...




Barbara Crampton além de sua beleza e presença em cena, sempre foi uma atriz talentosa, e provou a estrelar "We Are Still Here" (Ainda Estamos Aqui, 2015) de Ted Geoghegan...




Anne Sacchetti (Crampton) está em profunda depressão depois da morte de seu filho em um acidente. Seu marido (Andrew Sensenig) acredita que uma mudança para uma nova casa no interior pode ser benéfico para ela. Mas...o local abrigava antigamente uma funerária, e uma família que o amaldiçoou, e Anne começa a sentir a presença de seu filho...



Terror sobrenatural independente, com referências a filmes de terror italianos dos anos 80, e premiado em festivais de gênero. A performance de Barbara lhe rendeu uma indicação como Melhor Atriz no 'Fangoria Chainsaw Award' do ano...



Isso reviveu seu status de 'Dama do Terror', e então ela participou  da antologia "Tales of Halloween" (2015), aparecendo como uma bruxa no episódio "Grim Grinny Ghosts", de Axelle Carolyn; e estrelou a comédia de terror independente "Beyond the Gates" (2016) de Jackson Stewart; fazendo a personagem Evelyn, a guia de um antigo game de tabuleiro/VHS, capaz de interferir na vida real...



Participou do terror teen/vagabundo, típico do canal SyFy "Day of Reckoning" (A Volta do Juízo Final, 2016) de Joel Novoa; foi a Doutora Rafaela no terror/sci-fi "Replace" (2017) de Norbert Keil; participou de "Dead Night" (2017) de Brad Baruh; e esteve no mesmo time com Debbie Rochon, Bill Moseley, Tony Todd, Adrienne Barbeau, Sid Haig, Michael Berryman, Kane Hodder, Dee Wallace, Camille Keaton, Vernon Wells, Brinke Stevens, Gunnar Hansen ( e outros!), em "Death House" (2017) de B. Harrison Smith...



...o elenco dos sonhos para um grande filme de terror/ação  (baseado em um argumento de Gunnar'Leatherface' Hansen), infelizmente desperdiçado em uma produção tão vagabunda e mal editada, que nem as participações rápidas das estrelas do terror consegue salvar...



"Puppet Master: The Littlest Reich" (2018) de Sonny Laguna & Tommy Wicklund; é o décimo segundo filme da franquia sobre os fantoches assassinos, e um reboot da série.



Entre diversas participações de luxo (incluindo Udo Kier como o vilão criador dos bonecos André Toulon), Barbara (que havia feito uma pequena ponta no filme original) tem o papel de Carol Dorenski, uma ex-policial aposentada e agora segurança e guia em uma exposição/leilão dedicada as criações originais de Toulon. 

Uma piada de bastidores acabou sendo integrada a trama e a sua personagem. Ao contracenar com Michael Paré (que faz um detetive), Barbara (que é fluente em francês) corrigiu a pronúncia de seu colega ao dizer o sobrenome 'Toulon'. Charles Band que estava no set achou engaçado, e observou que em nenhum filme da longa série o nome do vilão havia sido pronunciado correto. Então a guia Miss Dorenski passa a corrigir todos!


 Depois de aparecer no terror "Reborn" (Renascida das Trevas, 2018) de Julian Richards (contracenando novamente com Michael Paré); e em outra antologia do gênero "Deathcember", no segmento "A Christmas Miracle" da cineasta iniciante Vivienne Vaughn; Barbara Crampton participou das duas partes do documentário "In Search of Darkness" (2019/2020) de David A. Weiner, sobre o cinema de terror dos anos 80...





Barbara voltou ao universo Lovecraftiano, vivendo Renate Nygard, a líder de um culto em uma pequena ilha da Noruega, em "Sacrifice" (2020) de Andy Collier & Toor Mian...



Então, aos 63 anos, ela confirma seu talento e beleza em "Jakob's Wife" (2021) de Travis Stevens




Anne Fedder (Barbara) é esposa de Jakob (Larry Fessenden), ministro de uma igreja evangélica em uma cidade do interior. Ela está infeliz e insatisfeita, com sua vida e o casamento de mais de 30 anos. 



Anne é atacada pelo 'Mestre' (a atriz Bonnie Aarons), um vampiro, e sua vida começa a mudar...




...ela se sente mais jovem, determinada, especial; e passa  a usar gargantilhas para esconder as perfurações no pescoço, batom e vestidos  vermelho sangue; e a exigir mais respeito e atenção de seu marido...


...apesar dos problemas com seu novo apetite por sangue humano...




Drama com terror e humor, em produção independente (Barbara Crampton é um dos produtores) adquirido e distribuído pelo serviço de streaming especializado no gênero, 'Shudder'. 


Divertido, gore, feminista, e um filme de terror ao estilo mais clássico & 'maduro', sem personagens adolescentes. Barbara Crampton está excelente em sua evolução de esposa oprimida para uma vampira com sede de...liberdade. A química entre ela e Larry Fessenden também é perfeita. 

E Barbara não para! Ela tem outros dois filmes lançados esse ano; a comédia " King Knight "; e o thriller de terror "Alone with You", de Emilly Bennett & Justin Brooks...

LONGA VIDA A RAINHA!!!!














  

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