quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Adrienne King : A Sobrevivente!


A vida de Scream Queen nem sempre é só um mar de diversão, dinheiro e fama...que assim diga Adrienne King, que sobreviveu no clássico "Sexta Feira 13"  para enfrentar na vida real, horrores muito piores.

Nascida em Long Island, NY em 1960, Adrienne apareceu para o público pela primeira vez em um comercial, quando tinha seis meses de vida. A vida artística foi sua meta e ela estudou canto, dança, artes plásticas e ingressou na companhia teatral Joseph Jefferson. A jovem Adrienne fez participações em inúmeros comerciais de televisão e rádio, e fez sua estreia no cinema dançando em "Os Embalos de Sábado à Noite" (1977) e depois no musical "Hair" (1979).
O ponto de virada em sua carreira veio com "Friday The 13th" (Sexta Feira 13, 1980) de Sean S. Cunnigham.





 A história é bastante conhecida: Transcorre em uma colônia de férias junto ao Lago Crystal, um verdadeiro paraíso, que está fechado a muitos anos e que agora reabre apesar da fama de maldito. Os jovens que chegam á colônia para prepará-la para receber as crianças, são brutalmente assassinados, um a um, por um criminoso sanguinário e misterioso. Adrienne vive a personagem Alice Hardy, a chamada "final girl", a sobrevivente da chacina e que tem o pesadelo-surpresa com o corpo apodrecido de Jason Voorhees saindo da água para pega-la. 



O filme foi um enorme (e inesperado) sucesso de bilheteria internacional, criou uma série, foi muito imitado e alavancou a carreira, de por exemplo, Kevin Bacon (que no filme vive Jack, um dos jovens assassinados).



Mas as coisas não foram tão bem assim para Adrienne. Ela foi notada pelo público e diretores, sim. Mas também por um maníaco verdadeiro, um fã obsessivo que passou a persegui-la, ligando, escrevendo, rabiscando em cima de desenhos que ela havia exposto e finalmente tentando arrombar a porta de seu apartamento... 
Adrienne foi naturalmente escalada para estrelar a continuação do filme, mas traumatizada com o assédio tenebroso, pediu para fazer apenas uma ponta de luxo. 


Assim em "Friday the 13th - Part 2" (Sexta Feira 13 - Parte 2, 1981) de Steve Miner, Alice (Adrienne King) está tendo sonhos recorrentes com a tragédia, com o fato dela ter decapitado com uma machadada a louca Sra. Voorhees (Petsy Palmer) e com o aparecimento de Jason.



 Uma noite ela acorda e encontra a cabeça cortada da mulher em sua geladeira. Um braço a agarra e um furador de gelo é enfiado em sua cabeça, saindo pelo outro lado. Alice morre e dá lugar para a personagem Ginny (Amy Steel) voltar ao Lago Crystal e enfrentar o assassino.




Adrienne resolveu deixar os Estados Unidos e foi para Londres, aonde foi aceita como aluna na prestigiada Royal Academy, estudando Shakespeare. Como seu fã-maníaco fora encontrado e preso, ela voltou para casa e se submeteu a um teste para um novo papel, mas descobriu que não conseguia ficar mais diante das câmeras devido ao trauma.
Graças a sua bela voz, Adrienne passou então a trabalhar com dublagem e narração em filmes e TV e se dedicar cada vez mais a pintura e desenhos.
Em 25 de Janeiro de 1990, Adrienne estava sozinha em casa assistindo televisão, quando ouviu uma violenta explosão e sentiu a casa tremer. Ligou imediatamente para a polícia e para seu marido que estava trabalhando. Era o voo 52 da Avianca, que fazia o trajeto Bogotá/New York e que havia caído a menos de 500 metros de sua casa. 73 pessoas morreram no acidente e ela assistiu os bombeiros recolhendo pedaços de corpos de cima das árvores próximas. 



Adrienne sofreu novo trauma e precisou de dois anos de tratamento, se mudando logo depois para o interior do estado de Oregon para se dedicar a pintura.
Em 2004, o escritor Peter M. Bracke entrevistou Adrienne King longamente para seu livro "Crystal Lake Memories", sobre os bastidores e filmagens do clássico Slasher, e pela primeira vez ela contou todo o seu drama (só parentes e amigos próximos sabiam...) e conseguiu exorcizar os fantasmas do passado.



E ela voltou por cima, fazendo um dos papéis principais de um filme de horror & gore "Psychic Experiment" (2010) de Mel House, com participação da Scream Queen Debbie Rochon e Reggie Bannister (da série "Phantasm"/"Noite Macabra" de Don Coscarelli ). A história de uma auto-suficiente, idílica e pequena comunidade do interior que é assombrada por estranhos segredos do passado e forças sobrenaturais.




                                                  Adrienne em "Psychic Experiment"

Seguiu-se "La Stanza della Farfalle"/"The Butterfly Room" (2012) de Jonathan Zarandonello; um terror com um elenco All-Star de divas do gênero, capitaneadas pela Rainha do Horror Barbara Steele, e mais Camille Keaton (I Spit OnYour Grave); P.J.Soles (Carrie, Halloween); Heather Lagenkamp (Nightmare on Elm Street) e Erica Leershen (The Texas Chainsaw Massacre)...




                                                  Adrienne King em "The Butterfly Room"

Adrienne voltou a emprestar sua voz para um filme do gênero ("Silent Night, Bloody Night: The Homecoming, 2013) e tem dois papéis no recente "Tales of Poe" (2014) de Bart Mastronardi e Alan Rowe Kelly, uma antologia de histórias baseadas em Edgar Allan Poe!



                                    Adrienne é a "Rainha dos Sonhos" em "Tales of Poe"

Adrienne King continua dedicada as artes plásticas (veja sua arte e muito mais em  http://www.adrienneking.com/ ) e também está envolvida na fabricação de vinhos finos que levam a sua arte nos rótulos e são nominados com referências a Sexta Feira 13, como o "Cabin A Sauvignon" ou o Chardonnay "Survivor's Syrah"... os "Crystal Lake Wines"... enjoy!!!



                                                                                                                           By Coffin Souza




segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

I Shot Myself – Auto Retratos Sensuais de Garotas Comuns




O projeto I shot myself é um fórum público de auto-expressão através do retrato nu. Ao remover o fotógrafo e estúdio do processo, as colaboradoras são capazes de criar a sua própria experiência e explorar o meio em seu próprio tempo e espaço. Resulta em imagens de liberdade que são muito mais íntimas, expressivas e sinceras do que qualquer fotógrafo pode criar no comprimento do braço. Nem todo retrato é genial, mas cada imagem é única e pessoal, revelando muito mais do que o corpo de uma mulher: é a diversidade de imaginação que faz com que cada imagem seja verdadeiramente original.

O que inspira as mulheres a apresentarem suas fotos nuas online? A resposta é simples, segundo os mentores do projeto – controle. A capacidade de se mostrarem em seus termos, como elas gostariam de ser vistas, livres do ponto de vista e da distorção de alguém, sem a higienização do Photoshop. Para algumas colaboradoras, essa é uma exposição de pura arte. Para outras, é um gesto rebelde, expressão erótica, o desejo de ser desejada ou um processo catártico. E para todas, como dizem todos os dias, é só extremamente divertido. Em 8 anos, desde que começou a coletar ensaios, o site acumulou cerca de um milhão de imagens exclusivas de mais de 5 mil colaboradoras.

A proposta do I shot myself é quebrar paradigmas. Invocar a musa interior e usar a criatividade para transcender a banalidade clichê da pornografia, em imagens que não precisam ser explícitas e brutais. O que não significa que a garota precisa conter sua expressão sexual – de fato algumas das imagens mais belas e atraentes do site são incrivelmente cruas e fortes. A diferença está no contexto e nas intenções. E, para incentivar a criatividade desenfreada das meninas, o projeto oferece mensalmente um prêmio de US$ 500,00 para uma das colaboradoras, que vem acompanhado de um certificado. O site também publica pequenos vídeos que contenham nudez, com liberdade total de formato.

Então, o que há no ishotmyself.com? Uma diversidade surpreendente de colaboradoras. Do Congo à Califórnia, de 18 a 70 anos (ou mais), estudantes de arte, advogadas, desempregadas, pilotas de avião. Fotógrafas profissionais e iniciantes. Elas se fotografam em casa, na natureza, e às vezes em atos de nudez bem pública. Ensaios em dueto, com o amigo ou parceiro (ou a parceira). Às vezes, o fundo é tão revelador quanto o sujeito – o pacote vazio debaixo da cama, os objetos pessoais variados e peças que compõem o seu ambiente. Beleza em todas as suas cores, sem discriminação. Corpos em perfeita forma ou que carregam as cicatrizes da vida. Chama atenção a criatividade infinita das garotas ao se clicar. E a autoestima ao se mostrarem, independente do seu aspecto físico.

Às pretensas colaboradoras, o site deixa o seguinte recado:

"Não tenha vergonha de admitir que está aqui porque o autoretrato nu é incrivelmente sexy. Isso não diminui o seu mérito artístico ou valor cultural."
























 Vi lá no blog da Lasciva, muito bom, recomendo: http://lasciva.blog.br/
 

Por Gisele Ferran

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Garotas Peitudas & Monstros com Tentáculos!



Mulheres gostosas vítimas de monstros nojentos com tentáculos é uma fantasia da ficção científica & terror desde a literatura Pulp, passando pelas histórias em quadrinhos e filmes com monstros de borracha dos anos 50.



















A óbvia fantasia sexual toma ares mais pervertidos com os multi-tentáculos servindo tanto como braços que agarram as vítimas escorregando por seus corpos, como com múltiplos membros fálicos prontos para penetrar por todos os lugares..





Os orientais sempre foram fascinados pelo tema, e em muitas pinturas e esculturas antigas já mostravam esta forma particular de tara...





O maravilhoso filme de Andrzej Zulawski "Possession" (Possessão, 1981) trata do assunto de forma artística e psicanalítica, ao contar o drama da perturbada e insatisfeita esposa (Isabelle Adjani) que parece trair seu marido (Sam Neill) com uma espécie de "homem-polvo".






No Japão, após o imenso sucesso do anime "Urotsukidoji" (A Lenda do Demônio, 1986) de Toshio Maeda, foi criado um sub-gênero conhecido como "Tits & Tentacles", aonde monstros nojentos e tentaculares estupram inocentes meninas com seus tradicionais uniformes escolares. Os animes acabaram sendo adaptados para versões live-action e muitas produções feitas diretamente para o vídeo passaram a abordar o tema. 
















De todas as formas, em qualquer época e em qualquer mídia, o certo é que adoramos estas maravilhosas garotas peitudas e seus "amigos" muito especiais:















                                                                                                           by Coffin Tentacles Souza
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